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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

"Escolas mais inovadoras do mundo apostam na autonomia dos alunos"





Escola sem salas, que personalizam o ensino, que agrupam por diferentes idades, desenvolvem projetos...  Escolas inovadoras, com propostas transformadoras e que apostam no desenvolvimento da autonomia do aluno. Esse discurso se propaga e atrai muitos pais que buscam novas formas de ensinar, que avançam para além dos modelos tradicionais de Educação, mas que atuam assertivamente.

Ainda ontem, depois de uma reportagem do Fantástico, muitas famílias se viram fascinadas por esses novos fundamentos de ensino. Mas onde de fato eles acontecem? As teorias já dão conta e embasam muitas instituições, mas como e onde se concretizam?  Que práticas verdadeiramente as legitimam? Na maioria das escolas, a efetividade se dá apenas dentro de uma elocução bonita e convincente, mas seus contornos indefinidos sucumbem a antigos modelos pedagógicos em que o aluno ainda é objeto a se formar apenas por ações exteriores que o professor, a metodologia ou a mais nova tecnologia exercem sobre ele.
Em tempos de matrículas e de romarias para conhecer estabelecimentos de ensino, de que modo identificar as escolas que agem segundo o que teorizam? Como ficar seguro da escolha de uma escola moderna, mas que atua com rigor no que se propõe? Sim, porque muitos pais também acreditam que compromisso, seriedade e normatização não se associam a modernidade de educar. Largo engano. Embora as instituições desenhem novas configurações, regras e princípios de comportamento são necessários em todos os ambientes sociais.

Como, então, fazer uma escolha adequada? Alguns critérios podem apontar respostas: o aluno tem que ser sujeito da sua aprendizagem e precisa efetivamente formalizar suas construções, organizar o seu pensamento com lógica, coerência e sentido crítico. Ele pode ter o melhor professor, espaços mais que adequados, mas, antes de tudo, tem que exercitar o diálogo com as questões e demandas da sociedade contemporânea, tem que desenvolver a autonomia para produzir conhecimento de forma operante e dialética. O aluno não tem como “construir” nada sem vínculo com a sociedade ou com o saber universal. Ele é sujeito da sua própria formação numa dinâmica interna, intersubjetiva, mas, ao mesmo tempo, estabelece trocas com o professor, com o colega e com a vida. Isso ele não encontra em livro didático, e muito menos em uma metodologia estagnada que se repete ano a ano. Ou seja, a criança tem que ser convidada a agir, interagir, ser proativa, se sentir instigada porque deve entender o saber como algo bom e belo para ela e para a comunidade. O conhecimento a transforma e transforma o seu espaço, está a serviço de uma vida melhor para todos. Um exemplo simples disso? Clique nas fotos abaixo!

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