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sexta-feira, 1 de julho de 2016

IDENTIDADE TECIDA EM INTIMIDADES COM O MUNDO - XVI FESTA DE CULTURA POPULAR - 2016

"Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer,
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura..."





Tecer em imagens o mundo. Entrelaçamo-nos em fios de cores, sons e movimentos... Vestimo-nos em linguagens artísticas como exercício de vida, de muitas e diferentes outras vidas. Assim foi a nossa Festa de Cultura Popular, que a cada ano nos costura roupas novas, alinhavadas em imagens que nos cobre sempre de beleza. 

















A universalidade se constituiu sobre a estampa das diferenças culturais, desenhadas com zelo pelos nossos alunos em experiências múltiplas, plurais. O encontro com outros países, etnias, valores, saberes e sabores nos possibilitou um conhecimento que é urgência, é vital no nosso mundo contemporâneo. 
E a Arte sempre nos abre portas para recriar o mundo, e ir além de nós mesmos. O mundo e o "outro" se fizeram presentes em diálogos e expressaram a importância do respeito às diferenças entre culturas, entre  povos.  
A vida se alargou num desafio à desconstrução de estereótipos e nos provocou a reconstruirmos  nós mesmos, maiores, mais ricos, mais repletos de respeito, de permeabilidade, de alteridade e de intimidades com o mundo.




A identidade é meio o que a gente pinta nos tecidos culturais do mundo. (Ana Catarina, 3º Ano A)













O espaço social é constituído a partir das relações. Então, vamos dançar?! (Felipe, 5º Ano A)





Todos os seres humanos querem ser felizes. Ninguém gosta de ser magoado, viver sem sonhos e sem festa, independente do local ou da cultura. As pessoas cultivam a alegria e o amor nas manifestações artísticas de seu povo através da música e da dança, por exemplo. (Augusto, 2º Ano B)



Eu entendo a cultura brasileira como mistura de muitas culturas. Você se preocupa com a sua brasilidade? (Tiago, 3º Ano A)



Preocupo-me em conhecer outras culturas, isso me faz maior. A cultura do outro me melhora. É muito bom fazer parte. (Murilo Fidelis, 4º Ano A)






Estou vivendo uma aventura brasileira.
(Fernanda, 3º Ano A)

Eu entendo, sinto e vivo a cultura brasileira de forma a incorporar todos esses bonitos saberes. Saber das minhas origens é saber sobre mim. Eu me preocupo em viver a minha brasilidade e me interesso em descobrí-la, pois assim conheço o meu passado e construo o meu futuro. (Camila Borges, 5º Ano A)




Penso que há uma dominação cultural de forma velada, mas na medida que temos consciência, podemos fazer escolhas e nos encontrarmos dentro da cultura. (Giovana Paranhos, 5º Ano A)





A cultura brasileira mistura várias nações diferentes. Eu já observei homens, mulheres e crianças que são de outros países e que trazem a cultura deles, e isso me enriquece. (Isadora, 3º Ano A)




A arte abre novas portas para a cultura de outros mundos poderem entrar. Características diferentes, outros modos de viver  para experimentarmos. (Davi Castro, 5º Ano A)



A gente ensaia as danças e o coral, também pintamos as bandeiras, escolhemos a fantasia e pesquisamos sobre o fado. (João Paulo, 1º Ano A)



O passado do flamenco é regado de dor, perseguição e sofrimento. A música flamenca reflete esse espírito desesperado, as lutas, a esperança e o orgulho dos espanhóis. (Isabela, 4º Ano A)

Eu adoro viver a minha cultura afro-brasileira. 
(Sara, 3º Ano A)





Um dia a Professora Cristina viajou para a Indonésia e conheceu um homem que perguntou a sua nacionalidade. Quando ela disse que era brasileira, ele começou a sambar. Minha colega falou que a nacionalidade é a nossa identidade, e eu concordo com ela. ( Ivy Odara, 3º Ano A)



Tem samba que é canção no coração! 
(Felipe Duarte, 2º Ano A)











Acredito que sem o samba, o baião, o frevo, a feijoada... eu não seria a mesma... (Liz, 4º Ano A)






Os dias que antecedem à Festa de Cultura Popular são animados e cheios de coisas bonitas. (Emanuel, 1º Ano A)







O vinho é a bebida mais tradicional de Portugal. O pastel de Belém é uma especialidade. (Gabriel Teixeira, 1º Ano B)






Na Festa de Cultura, você encontra muitas brincadeiras e músicas de roda. (Gabriela, 3º Ano B)





O título da festa tem o objetivo de tecer uma intimidade com a arte e conhecer outras culturas.
(Cauã, 4º Ano A)




A cultura brasileira é feita de várias culturas, é que nem um tecido misturado de outros países ou até continentes. (Helena Ignês, 3º Ano A)








Todos os acontecimentos da vida africana: morte, nascimento, plantio, colheita... são comemorados com danças. (Maitê Felipe, 3º Ano A)






Um menino que vive na Tailândia tem em comum comigo o desejo de ser feliz, ter uma boa educação, de ser saudável e de ter uma família que o ame. (Letícia Borges, 5º Ano A)





Um menino que vive em outro país também quer viver bem, quer ser amado e percebido no mundo. Quer, como eu, descobrir as coisas e ter um grande amigo. Quer ter o direito de viver como bem entender! (Eloin Alvarenga, 5º Ano A)





O conhecimento traz à tona o reconhecimento de outras culturas. Quando vivemos as diferenças, nos aproximamos do outro, da sua realidade, e adquirimos empatia. (Maria Eduarda, 4º Ano A)




Bonito é uma cultura forte e cheia de vida! (Maria Clara, 2º Ano A)



Frases elaboradas pelos alunos da Escola Espaço Criativo
 durante a execução da Atividade de
 Cultura Popular - Identidade Tecida em Intimidades com o Mundo