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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Revivendo o ritual das tucandeiras

"Tudo que é o outro somos nós. 
Precisamos do outro para ser, 
sobreviver
e para desenvolver nossa humanidade..."
Professora Cristina


Os índios têm uma conexão incrível com a natureza!
Sofia Costa, 5º Ano A.



No Amazonas, norte do Brasil, vivem índios da tribo Sataré Mawé.
Yuri, 5º Ano A.


Alguns rituais acontecem em busca de força, como o "ritual das tucandeiras". É um ritual só de garotos entre 8 e 13 anos.
Ana Beatriz, 5º Ano A.


Os índios usam as folhas do caju e água para adormecer as formigas. 
Ana Júlia, 5º Ano A.



Na mata, os índios tocam um instrumento de sopro, que eles dizem atrair as formigas tucandeiras. Pegam as formigas e as jogam em um líquido para que adormeçam. Depois disso, as amarram em uma luva. Os homens/meninos ficam com essa luva por volta de uma hora.
Luana, 5º Ano A.




Se o menino índio tentar tirar a luva, ele tem pouca chance de arrumar uma namorada.
Vitor Alvarenga, 5º Ano A.


Eu me irmano com esses meninos índios no desejo de participar da vida adulta, porém eu demonstro isso de outro modo, agindo corretamente, sendo madura para certas coisas, sendo autônoma, sabendo fazer escolhas. Assim que nós, pessoas urbanas, demonstramos que somos adultos. 
Sofia Reis, 5º Ano A.



As mulheres índias costuram as formigas na luva com o "bumbum" para dentro e a cabeça para fora. Após isso, o pajé dá uma "baforada" de tabaco dentro da luva, e as formigas acordam.
Maria Luiza, 5º Ano A.



Todo mundo tem o desejo de ser considerado forte, corajoso e não se sentir mais um menininho...
Emanuelle, 5º Ano A.


Isso é muito importante para um índio porque isso revela seu verdadeiro "ele". Demonstra o seu caráter e a sua força.
Ísis, 5º Ano A.



Eu tenho o desejo de ser respeitado, e na vida adulta, demonstrar que sou capaz de ajudar a minha família.
Bruno, 5º Ano A.




 O pajé nunca pegou em um livro, sabe todas essas coisas estudando os animais, observando a natureza e seus elementos.
João Rafael, 5º ano A.



 Eu não acho estranho o ritual porque faz parte da vida e da cultura deles. 
Rafael, 5º Ano A.



 Os meninos, como eu, desejam participar da vida.  Eu também quero realizar sonhos que eu só poderei quando for adulto.
Gabriel, 5º Ano A.


 Eu me pareço com os meninos da tribo que não têm medo de nada e arriscam suas vidas para não serem "meninos" para sempre.
Pedro, 5º Ano A.



 Para nós, seres urbanos, é normal nos surpreendermos porque não é por meio de uma cerimônia assim que nos mostramos fortes, homens e corajosos. 
João Pedro Calassa, 5º Ano A.





 A gente também mostra que está crescendo quando tem comprometimento, quando tem coragem, respeito, responsabilidade. Assim, mostro que estou pronta para crescer, que não estou mais verde, que estou amadurecendo. 

Amana, 5º Ano A.



 Quando eu crescer, não quero ser "crianção"!

Charbel, 5º Ano A.



 Na verdade, eu não quero ser adulto, é muito complicado. Mas não tem jeito de ser criança para sempre... Quando crescer, não quero que me chamem de imaturo.

Marcos, 5º Ano A.







Atividade realizada pelos alunos do 4º e 5º Anos.
Trechos de relatórios da atividade, alunos do 5º Ano.
Fotografia: arquivos da web