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terça-feira, 30 de junho de 2015

XV Festa de Cultura Popular "Lunário Perpétuo"

"Esses cantos, esses toques e essas danças são as pedras do meu céu e as estrelas do meu chão. Com eles soletro, penso e esperanço meu sonho humano. Com eles aprendi a amar o meu país e seu povo. Eles são o meu “Lunário Perpétuo"." Antônio Nóbrega




“Antônio Nóbrega valoriza o Brasil com sua dança, viola e rabeca. Eu adoro ser brasileiro.”
Amauá, 2º Ano A.

“Antônio Nóbrega mostra o Brasil pelas danças e músicas.” 
Henrique, 2º Ano A.

“Eu quero ter uma história boa e feliz como a do Antônio Nóbrega!” 
Enzo, 2º Ano A.




A festa acabou na noite de 26 de junho de 2015 com as crianças se apresentando para as famílias, os amigos, os professores... Mas início, ela teve bem antes dessa data. 

Os estudos sobre a cultura, sobre a história, sobre a geografia, os ensaios de dança, de música, de interpretação, a oficina de rabeca, a produção decorativa... Tudo o que antecedeu a noite da festa, é também a Festa de Cultura Popular. 


A oficina de Rabeca aconteceu nos dias 17 e 18 de junho, e nela além de aprenderem a tocar o instrumento, as crianças também aprenderam a produzí-lo.

“Sou brasileira tocando rabeca, cantando e dançando...”
Bruna, 2º Ano A.



Durante os ensaios as crianças aprenderam letras e coreografias, e também aprenderam sobre essência, 
"brasilidade" e sensibilidade:

“Eu acredito que as danças, as canções, as expressões populares do país ajudam a “ver” melhor o nosso Brasil. Assim podemos perceber melhor também as diferenças sociais. Tudo isso é importante para conhecermos a nossa história e conhecermos a nós mesmos. Ter contato com esses cantos, esses toques, nos transforma... Antônio Nóbrega diz que é possível educar jovens e crianças através da arte”.
Ana Beatriz, 5º Ano A.

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Chegado o dia de celebrar a arte brasileira, a Aldeia se enfeitou com "as caras" do Brasil!

“O que a escola oferece, nos ajuda a ver o nosso país. Além de estudarmos a gente vivencia. A partir disso, conhecemos a nossa história, conhecemos a cultura e conhecemos a nós mesmos.”
Luana, 5º Ano A.




“O Brasil é a nossa casa, o nosso lar. É muito importante festejarmos, se não, parece que a gente não tem história e nem casa.”
Sara, 2º Ano A.

E são eles, os brincantes, que contam a Festa.


   “Quando dançamos ou cantamos, sentimos na pele nossa cultura, ficamos mais ricos...”
Maria Luiza, 5º Ano A.


“Dançar essas danças é preservar minhas raízes, minha história.”
Isabela, 4º Ano A.



“Todas essas danças me ajudam a ver melhor o Brasil.”
Ana Júlia, 5º Ano A.


“O frevo é uma dança agitada. Agitada, colorida e brasileira. Frevo é ferver!” 
Ana Carolina, 2º Ano

  

“A gente celebra festejando a nossa história.” Emily, 2º Ano A.
   


“Para fazer a existência da arte nacional temos que valorizar. Valorizar é estudar, conhecer, porque é sua, é minha, é de todo o Brasil!”
Amana, 5º Ano A.


“Frevo, Maracatu, Ciranda, Quadrilha, Cavalhadas... assim vou me fazendo...”
Sofia Reis, 5º Ano A.


"Nosso Lunário nos atingiu pelo gosto, pelo que sentimos quando dançamos e cantamos. Teve como ponto comum, a emoção. Na verdade de cada um, singularidades regionais que formaram um todo suscetível à beleza. O trabalho de criação e recriação que Nóbrega vem desenvolvendo ao longo de toda a sua carreira, se repetiu em nossa casa. Sua busca, sua festa, veio dançar conosco, no palco, numa linguagem que muito nos emocionou, porque somos todos brasileiros!"  
Cristina Moraes, diretora pedagógica.




E festa foi bela porque contou com a felicidade de todos. Obrigada!


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