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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Recomeço de bonitezas e alegrias

“Ensinar
e aprender não podem dar-se fora da procura,
fora da boniteza e da alegria”






Nesses últimos dias de folgas e brincadeiras das crianças, nos re-unimos” para aprender, desaprender, ver e rever tudo que pensamos e fazemos para dar sentido à perpetuação da boniteza do ”ensinar-e-aprender”. Juntos no desejo de tornar mais forte o compromisso com a educação e de sermos pessoas capazes de amar, de sonhar, de ensinar e de transformar.
Assim, determinados no que acreditamos, vamos idealizando, projetando e nos irmanando...
Cristina Moraes (Diretora Pedagógica).





Segurança e compromisso, é isso que o nosso curso de formação possibilita. Ficamos mais seguros no que fazemos, e também nos comprometemos a fazer ainda melhor. Em um trabalho conjunto e integrado de ideias e ideais nos sentimos mais que animados para começar!
Professora Eliete Varela.




Trocamos experiências, construímos e desconstruímos conceitos do que é educar, e como melhor ensinar. No final, bem sabemos que nunca vamos saber tudo, mas sempre vamos fazer nosso melhor!!!
Professora Bianca Fidelis.




Vamos juntos, professores, pais e alunos, construir sentido para as nossas vidas. Vamos juntos buscar um mundo mais justo para a minha filha e para os meus alunos. Um mundo mais justo e mais saudável para todos.

Professora Neurides Santos.



Entendo que a melhor forma de se chegar à construção do saber pedagógico é através da troca de experiências com o intuito de fornecer novos significados aos saberes pré-estabelecidos, bem como constituindo ações em parceria para formar professores-pesquisadores da prática. Desta forma, o curso de formação envolve o professor em ações que priorizam a vivência e a reflexão sobre as práticas pedagógicas de cada um, buscando, desta forma, a construção de uma práxis coerente e contextualizada.

Faz-se necessária a existência de professores-pesquisadores dispostos, que busquem formas diversificadas e renovadoras em direção a transformação.
Professora Ceres Patrícia.


Em um Ano Novo os desejos são de saúde e felicidade sempre... Que todos nós busquemos um mesmo objetivo: fazer da nossa escola um lugar de ser feliz. Este ano será especial para mim, pois serei pai, e isso é uma grande e bonita realização!
Professor Alexandre Aires.



Iniciei o ano letivo com muitas expectativas! Durante o Curso de Formação, fiquei encantada com o Projeto  Arte para este ano. Também aprendi como trabalhar, de forma mais eficaz, com a lógica matemática.
Tenho certeza que será um ano mágico em que crianças e adultos poderão viver o que têm de melhor.  


Professora Lethícia Barbosa.





Os dias de curso me encorajou e fez-me acreditar e desenvolver com maior intensidade uma prática envolvida por afetividade, colocando a  criança como construtora de seu próprio conhecimento. O caminho por entre as fases do desenvolvimento infantil através de teóricos como Piaget e Freud me fez entender e respeitar determinados comportamentos de nossos alunos. Conseguir compreender o desenvolvimento cognitivo e psicossocial é de fundamental importância para não queimarmos etapas, forçando condutas para os quais eles ainda não estão preparados.

Ao final desses estudos, me resta a inquietude inconformada e inevitável o estímulo à pesquisa constante, a fim de que eu possa construir (em conjunto com nossas crianças), momentos propícios para a aprendizagem.

Professora Larissa.




Uma semana de atualização do que pensamos e agimos enquanto professores.  Foi tudo muito proveitoso e enriquecedor. As discussões, leituras e relatos de situações vividas em sala de aula nos fizeram pensar e repensar a nossa prática.
-Que tipo de aluno quero formar? Será que estou fazendo o meu melhor?
Professora Paula Amorim.





Estou muito feliz em começar com o grupo de professores e educadores da Escola Espaço Criativo. Sou apaixonada pela educação, e tenho certeza que o ano de 2015 será de grandes realizações, crescimento e descobertas. 

Professora Grazielle Amaral Borges.





Fiquei muito feliz com as novas ideias e propostas em relação ao ensino da matemática. O incentivo ao lúdico e atividades experimentais em um laboratório me deixaram encantada e desejosa de começar! O investimento foi grande, mas, com certeza, muito assertivo.
Professora Juliany Camargo.




Ouvir, repensar, reconstruir e refletir. Estes foram os objetivos de nosso curso. Todo conhecimento é construído a partir do envolvimento com o objeto e com o grupo. Experimentos muito positivos foram vivenciados para o primor de aulas mais ricas, onde poderemos instigar com prazer nossos queridos alunos. A troca de saberes dentro de um contexto pedagógico enriquecedor se fez acontecer em meados de janeiro de 2015.
Professora Beatriz.


O que é ser professor hoje?
-Escolher a profissão de professor não é escolher uma profissão qualquer. Ser professor hoje é viver intensamente o seu tempo com consciência e sensibilidade. Não posso imaginar um futuro para a humanidade sem Educadores. Para mim, um Educador,  não só transforma a informação em conhecimento e em consciência crítica, mas também forma pessoas. Pessoas que precisam saber viver e amar!!!  Então, vamos lá!
Professora Bárbara Sant`anna.




O aluno precisa construir e reconstruir conhecimento a partir do que faz. Para isso, o professor também precisa ser curioso, buscar sentido para o que faz, e apontar novos sentidos para o que fazer com os seus alunos. Planejamos o ano de 2015 para que o professor deixe, ainda mais, de ser apenas um “lecionador” para ser um organizador de conhecimento e de aprendizagem.  Ao idealizarmos o Projeto Aldeia, possibilitamos um tempo/espaço maior para que o professor se torne um aprendiz permanente, um construtor de sentidos, um cooperador, e, sobretudo, um organizador da aprendizagem.


 Coordenadora Joseni Alves.




O desenvolvimento humano obedece à regras subjetivas e idiossincráticas, podendo ocorrer de forma diferente em cada indivíduo de acordo com sua história, demandas, experiências etc. Possibilitar de elaboração das próprias verdades é papel da dialética educacional e para tanto, é preciso oportunizar à criança a expressão de seus anseios e manifestação do que pensa, num processo de alteridade e cuidado com o outro, com a certeza de que a criança não se constitui como uma tábula rasa e sim como um ser humano complexo, dotado de linguagem, enfim, um ser falante.

Quando se diz algo, FALA-SE, abrindo possibilidades de elaboração de seus próprios conteúdos, inclusive aqueles que estão ali parados, como uma curva de rio que não integra ao movimento da correnteza e retém as sujeiras das águas. Fornecer ao sujeito-criança a possibilidade de elaboração é libertador, fascinante e revigorante. É como se devolvesse vida e continuidade ao corpo das águas.”


Coordenadora Carolina Parrode.


Depoimentos dos professores durante o Curso de Capacitação em 2015.
Fotos: Bárbara Miguel.